Eu, Tonya | Em vídeo, cineasta comenta como foram produzidos os efeitos visuais do filme

Compartilhe

Além de mostrar como foram produzidos os efeitos visuais do longa, o diretor Graig Gillespie também elogia a dedicação da atriz Margot Robbie em Eu, Tonya. Com três indicações ao Oscar, incluindo Melhor Atriz com Margot Robbie, o filme chega aos cinemas brasileiros no próximo dia 15.

Com a Margot foi maravilhoso. Ela foi diligente e treinou cinco dias por semana por cinco meses. Ela e o treinador descobriram o quanto ela podia fazer ela mesma, e me impressionei. Ela ia para o rinque e fazia 30 segundos da rotina. Eu fiquei impressionado por ela conseguir” – comemora Gillespie.

Os efeitos visuais do filme:

Os efeitos visuais do filme também são tema do vídeo. O diretor criativo Jean Marc Demmer explica os aspectos mais técnicos do filme.

“Meu trabalho foi cuidar de todos os efeitos visuais que eram necessários para o filme. Para garantirmos que tudo estava indo bem dentro do orçamento e concluir todos os efeitos visuais que precisávamos para o longa, revela. “Para a substituição de rostos, houve ideias diferentes. Queria que a câmera fosse na mão, com movimento, com liberdade de movimento, indo de algo muito próximo dela para uma cena aberta, onde ela faz diversos tipos de patinação”, completa Demmer.

 

A parceria entre ele e o diretor do filme também é celebrada

“Em todos os aspectos, essa foi uma experiência abençoada. Porque fizemos as coisas independentemente, tivemos liberdade e controle criativo. E já tenho um histórico com Jean Marc, fazendo comerciais, e foi ótimo. Por isso, quis trazê-lo para equipe. Sabia que o cronograma seria apertado e sabia que ele conseguiria”, afirma Gillespie.

 

Confira o vídeo e como foi realizado os efeitos especiais em Eu, Tonya

 

Matérias relacionadas:

Crítica: Com roteiro criativo, Eu, Tonya é a cinebiografia insana que você precisa assistir

 

 

Avaliação do Cinéfilos Anônimos
Avaliação dos Visitantes do site
[Total: 0 Média: 0]

CONTEÚDO RELACIONADOS

Compartilhe

Publicitário, Designer e Crítico de Cinema. É obcecado por monstros gigantes e, talvez, o ser que mais assistiu Breaking Bad neste planeta. Raulseixista desde a infância, hiberna uma vez por ano nos alpes de Itapira, ouvindo 12 horas interrupta do Maluco Beleza