Pode comemorar: Mulher Maravilha é o filme da DC que a gente tanto queria | Crítica

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“…E quando Gal Gadot aparece vestida com sua armadura e pronta pra lutar e acabar com a guerra… EU ATÉ CHOREI, porque tá ali, tá tudo ali, do jeitinho que a gente sonhou, é a nossa Mulher Maravilha e ela não tá pra brincadeira.
ELA É DESTRUIDORA MESSXXXMO…”

O filme todo é um flashback, viajamos juntos com Diana Prince para a ilha de Temiscira e em 20 minutos temos nossa atmosfera construída. A rainha hipólita, as amazonas, o laço da verdade e todas as características da mitologia dos quadrinhos estão ali e encontram o tom certo na telona. Afinal, contar a história de uma semi-deusa no mundo moderno não é tarefa fácil e o alivio cômico funciona muito bem aqui (acredite, você vai rir muito) e atribuo boa parcela de culpa disso ao personagem do Chris Pine. Embora eu mesma tenha torcido o nariz para a escolha dele no papel de Steve Trevor (simplesmente não vou com a cara do rapaz), devo reconhecer que aqui ele faz um ótimo trabalho.

 Mas nada tira o brilho da nossa heroína, se esse filme deu tão certo foi pela escolha da protagonista. E quando temos Gal Gadot, vestida com sua armadura, pronta pra lutar e acabar com a guerra… EU ATÉ CHOREI, porque tá ali, tá tudo ali, do jeitinho que a gente sonhou, é a nossa Mulher Maravilha e ela não tá pra brincadeira. ELA É DESTRUIDORA MESSSSMO. Poderosíssima, tem os diálogos mais feministas que o Dado Dolabella.
Acaba com tudo e todos mais de uma vez. Você quer @ Arlequina?

Todas as cenas de ação são muito bem coreografadas e o uso do slow motion faz a gente ter a sensação que pode acompanhar cada frame de cada batalha, cada soco e a cada tiro. Ao decorrer do filme, a fotografia fica fria, cinza, deixando clara a atmosfera apocalíptica, assim que a ilha de Temiscira é deixada pra atrás. Mas a parte técnica que mais me agrada, disparadamente, é a trilha sonora composta por Rupert, QUE TRILHAZONA DA PORRA!
Obrigada Rupert Gregson-Williams por compor ela.

O combate final não deixa nada a desejar, mesmo tendo a sua pitada de clichê.
Nem tudo é revelado logo de cara, mas posso afirmar para você: temos um bom vilão. Dá pra chorar, rir e se emocionar assistindo Wonder Woman. Dá pra aplaudir no final, porque sim: ELE TÁ MUITO BOM!

Encerro aqui ressaltando meu amor por este filme que, além de protagonizado, também é dirigido (com maestria) por uma mulher, abençoada seja Patty Jenkins .
Como diria a grande filósofa contemporânea Beyoncé, who run this mutha?

Avaliação do Cinéfilos Anônimos
Avaliação dos Visitantes do site
[Total: 9 Média: 4.8]
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O pai era um tira e a mãe uma hippie. Estudou Produção Audiovisual e Fotografia. É obcecada por paletas de cor e assiste qualquer filme se tiver a Amy Adams no elenco. É um vyado com y e a maior fã de pagode anos 90 desse brasil.

  • NaySagaz

    Show, não vejo a hora de assistir

  • Leandro da Silva

    Excelente comentário, com certeza não vou deixar de assistir!!